quarta-feira, 27 de abril de 2011

BondGirl








Hoje acordei pensando na Kathyucia.Por onde andará Kathyucia?
A Kathyucia-Polemic,apelido consquistado durante seu tempo acadêmico,sempre deu o que falar.
Eu a conheci na 5 série,lembro que ela estava olhando um mural e sua calça branca estava suja na parte de trás,fui avisa-la sem terceiras intenções que estava suja,então ela me olhou e respondeu tranquilamente que havia brigado com uma menina e a mesma jogou ela no barro.Trocar de roupa para ir pra escola? Nem morta.
Segundo a Kathy, já era sacríficio pegar ônibus pra vir até a escola, quem dirá trocar de roupa.
Bom, essa era a Kathy com 11 anos de idade.Desde desse dia,nunca mas nos largamos.Sempre gostei da Kathy e suas polêmicas,nunca levou UM desaforo pra casa,defendia quem pudesse,era a mestra das colas e gazetava uma aulinha sempre que possível.Aos 15 anos de idade, eu e Kathy resolvemos deixar o colégio de freiras ( Há quem diga que nesse dia foi rezada uma novena pelas freiras quando nós pedimos transferência),bom eu pedi transferência, já a Kathy...Ficou reprovada por 1 décimo já que a Supervisora-Mau-Comida nunca havia gostado da Kathy, não poderia deixar de se vingar.
Nesse dia Kathy vestiu a melhor roupa e foi até sua sala tirar satisfações "gentilmente" sobre seu décimo que ninguém daria.Bom, eu não estava nesse dia mas a Kathy reuniu as freiras e mandou cada uma tomar no olho do seu cu ( dizem que na sua saída do colégio houve salva de palmas).
Com 17 anos, fomos assombrar outra escola.Toda semana eu e Kathy iamos para a diretoria,até quando a culpa não era nossa, tinhamos que responder pelo culpado.
Foram tantas aventuras,escapadas,fugidas da escola e de casa,brigas com quem mexesse com a gente,ressaltando que eu e ela nunca brigamos durante 10 anos de convivência,tardes que tiravamos para curtir uma a outra...Nunca me esquecerei de nem um momento ao lado de Kathyucia.
No natal de 2010, consegui enfim contato com ela.
Kathyucia bateu na porta da minha casa, mais loira,um pouco mas fofa, de salto alto e foi logo dizendo: VOU CASAR!
Acho que não consegui digerir isso até agora, desde desse dia nunca mas falei com ela,não pelo fato dela casar pois a vida acadêmica nunca foi para Kathyucia e isso eu morreria sabendo,mas sim porque ela arruinou nossos sonhos de sermos livres e independentes  para podermos viver a vida tranquila que nunca tivemos na adolescência.

-Boa sorte Kat Polemic, quero que você seja feliz.
-Quando você quiser fugir de casa pode ficar na minha viu?
-Tudo Bem. Acho que não vai demorar muito para uma revolta geral.
-Eu sei, quem aguenta sua mãe? 
- E a sua ? 
( Depois de rirmos feito hienas)
-Que ele seja um bom marido pra você.
-Ah, ele vai.. e se vai !






Pra Kathyucia Polemic, uma das melhores pessoas que conheci.Com amor, Ale.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Ele era um anjo, e os anjos não pertencem à Terra.

Se eu pudesse descrevê-lo em uma palavra, eu diria: Intense.
Se eu pudesse descrevê-lo em duas palavras, eu diria: Fuck Intense.
Eu nunca saberei quem é ele de verdade.Sua identidade permanecerá oculta para mim,e se quiserem me dizer quem ele é, taparei os ouvidos e fecharei meus olhos.Ele é e será quem eu quero que ele seja.
Aquele porra-louca que não é nem um princípe encantado com uma beleza estonteante, ou um bem-sucedido para me satisfazer materialmente,ele não é nada e sua presença não acrescenta nada para a sociedade.
Poucas pessoas são convidadas para entrar em seu mundo misterioso e escuro.
E eu sou uma delas.

"Eu pego um táxi e vou para seu apartamento.De repente, vejo ele na sua sacada fumando um Dunhill Red,ele faz sinal e eu vou a seu encontro.Quando estou subindo a segunda escadaria,ele surge e me deseja Boa Tarde,então eu  pergunto se ele é algum serial killer, e ele pergunta a mesma coisa de mim.Vou tremendo a seu apartamento, e quando entro ( Obrigada Senhor), ele é uma pessoa normal!
Na entrada,um pequeno espelho perto da porta do banheiro,logo vejo um frigobar com uma garrafa de Red Label perto de alguns copos sujos,do lado há um mini guarda-roupa com seus casacos gigantes,há também um colchão para duas pessoas ( feito pra mim, pensei)...
Depois de usar seu notebook,beber do seu uísque preferido, passar seu perfume nos meus pulsos...
Ele surge com seu corpo escultural e seu olhar seguro, corpo de quem carrega uma vida toda de luta e tristeza, e um olhar de esperança e experiência...A partir desse momento, eu percebi que seus defeitos haviam se transformado em qualidades, e veja bem, ele era um homem quase perfeito.
Aquela tarde foi mágica."

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Jingle & Jangle

-Menina, o que foi que aconteceu contigo?
-Não sei e nunca saberei. Eu pareço muito mau?
-Parece que você não dorme há 2792892 de anos, seu cabelo tá sem vida, as unhas estão ruídas,você engordou notávelmente,você tem andado de cabeça baixa, tem feito sexo pelo menos?
-Nem isso.Tô fudida não-literalmente.
-Que merda.Nem um ficante,pegante,querendo?
-Nada,Nadica,Nem porra.
-Posso ajudar com alguma coisa então?
-Será que você podia colocar chumbinho na minha comida?
-Ah vai por mim,chumbinho não mata, engorda.Sempre dá tempo de salvar quem ingere isso.
-Então, você me ajuda a pular de um prédio?
-Pular de prédio é tão last week, quem pula de prédio hoje em dia?
-Que tal cortar os pulsos?
-Alê, você tem medo de sangue, provavelmente ia vomitar na primeira gota que caísse do seu pulso e não ia dar certo sua morte.
-Então vou colocar minha cabeça no forno, resolvido.
-No forno da sua casa?Esqueceu que tá com defeito, sua tia fez pães de queijo no microondas,ficaram crus.
-Pow, assim você não me ajuda em nada, sugere alguma coisa aí.
-Que tal a Jamanta Express que o Caio Fernando escreveu como uma ótima forma de morrer?
-Ah, seria uma forma maravilhosa,basta ligar pra Jamanta e dizer que rua você vai estar que ela vem a toda velocidade te atropelar.
-Tem que deixar o dinheiro no bolso pra pagar o serviço.
-Então tá resolvido, morrerei de Jamanta Express.
-Mas ale..você não acha que está muito cedo pra querer morrer?
-Ah friend, nessa cidade nada me atrai.Vou voltar pra macapá, morrer aos poucos de morte morrida,isso sim.
-Não volte pra Macapá não, porque aqui você tem Macapá, mas em Macapá, você não tem mas nada.
-Quem disso que eu não tenho nada aqui?
-Você tem?
-Sim.
-O quê?
-Você.

domingo, 24 de abril de 2011

Só as mães são felizes,

Algumas pessoas ficam perplexas quando eu falo que não gosto da minha mãe.Quando eu estou de bom humor, apenas digo "Ah a gente não se dá muito bem", já nos dias ruins, "Aquela louca enjoada, não devia ser minha mãe", ouvindo isso a mandibula da galera vai até ao chão.Mas veja só, nem todas as mães gostam dos seus filhos, nem todas nasceram para serem mães, nem todas sabem ser mães., eu acho que meu caso se aplica na terceira opção.Ela nunca saberá como ser mãe.Tá certo que não me jogou numa lixeira ou em uma desova quando eu nasci, nem me abortou, mas também, poxa vida, não deveria ter aceitado o desafio de me criar contra sua vontade.
Se alguma alma viva estiver lendo isso, deve achar que minha mãe é o monstro das galáxias por eu estar falando assim dela.Mas ela não é.Ela era apenas uma adolescente enganada no passado por um playboyzinho, que em uma noite onde a camisinha furou ou faltou e a gozada foi esquecida de ter sido jorrada pra fora,acidentalmente me fez.Essa foi a primeira grande sacanagem que ela fez comigo, deixar o esperma vencedor do meu pai encontrar seu óvulo, desde aí meus amigos, foi só sacanagem com a minha pessoa.Ela nunca conversou comigo sobre nada, me tratou com indiferença sempre que pôde,os amigos e os namorados em primeiro lugar, dava presentes para satisfazer meu vazio, me criticava sempre que podia e eu só saia com ela se minha roupa estivesse a seu gosto.Chorei tantas vezes querendo um abraço dela em momento difícil.Então ela casou, sem perguntar ao menos o que eu achava do sujeito, houve umas crises financeiras que me abalaram também, ela dizia que eu era interesseira, mas tudo o que eu queria era o seu apoio emocional e não financeiro.Ela nunca me deu isso.Nem telefonar em epoca de vestibular fez.Moro em belém há quase 1 ano hoje e ela nunca liga perguntando se ainda respiro.
Depois de 19 anos, 500 brigas diárias,choros,gritos,coisas voando pela casa,proibições,humilhação,ela desistiu e resolveu ter outra filha.Não pela vontade ser mãe, mas sim pelo fracasso da minha criação.
A ester ( minha irmã) é uma tentativa de algo novo, de fazer a coisa certa, dela sentir uma relação mãe e filha de amor e cumplicidade.Uma tentativa de amor de ambas as partes.No começo, ela tinha medo que eu jogasse praga em sua grávidez, tanto que me contou no terceiro mês de gestação.Eu dizia que nunca olharia na cara da pequena que nasceria.Mas quando ela nasceu, ela me olhou com aqueles olhinhos apertados e puxadinhos, e eu senti pela primeira vez na vida, que algo realmente bom aconteceu comigo nesse dia.Minha mãe não gosta de mim, nem eu dela.Quando mas longe melhor. Mas devo confessar que ela me deu o melhor presente da minha vida,  A ESTER.


BY: Alexandrina Albet, que ama sua irmã ester.

sábado, 16 de abril de 2011

sorry fotr the mess










Pensando bem,
Suicídio não é uma boa ideia. Exceto naquelas tarde de domingo.  A morte parece tão interessante...
Calar-me-ei, estou afim de descobrir, somente descobrir, mas não agora.
Pensando bem,
Pensar já é demais quando posso experimentar, ou pensar é pouco?
O pulso direito ou esquerdo... Uma corda, um revolver, uma faca, um abismo...
Numa praia seria belíssimo, apreciar a criação antes de partir.
Pensando bem,
A minha canonização não vai sair, o papa me classificou “Insano”
Insano sou se anseio partir?
Tão santo fui em minha vida
Em minha criação de porcos
Pensado bem,
Jesus disse que quem tem fé ressuscitará
Já estou quase certo da morte eu não retorno.

domingo, 10 de abril de 2011

Love Lockdown

Uma LINDA crônica de Paulo Mendes Campos,com comentários de Antônio Prata e remixada por uma humilde leitora e admiradora de ambos, Ale.

O amor acaba.Assim foi e assim será.Numa quarta feira de cinzas,num sabádo de Carnaval,na tarde de uma segunda.O amor se perde,entre o rebolado de duas passistas,em uma ligação nunca retornada,na batida alta de um tum tum tum que já não vêm do coração.O amor encolhe,anoréxico,suicida-se de melancolia;acaba num enfarto fumilnante- "tão jovem!", dirão-, ou aos poucos, o amor pálido; morre de velhice,obesidade,preguiça, dizem por aí que chega a desabafar,"perdi a ultilidade".Então ele desaparece no fundo de uma gaveta com cartes de amor e contas de luz de 1987:o amor então cria fungos, mofo, como o cigarro que é fumado e jogado a ponta na privada após o término;acaba entre um sorriso e um soluço,no meio do filme,no cinema, um movimento de mão que busca a outra a mão, mas mão já não há;acaba num papel de bala metido no bolso:lá vai o pobre do amor, tão frágil e sempre acabando no mesmo colo, na cama, numa gozada sem compromisso,num cafoné estéril,cadê o amor que estava aqui cara?
O gato comeu, o ladrão levou, o anel que tu me destes era de vidro e se quebrou, o amor que tu me tinhas, cadê, Meu Deus, o amor ? Ninguém saberá.Ele escorre, escapa,dissolve,seca,transforma,endurece,nem a fisíca explicaria,evapora-se de nós pobres criaturas,"feitas apenas para amar e sofrer de amor";Ele chega, hospeda-se na gente, como um vírus sem remédio e de repente, vai embora;nas férias,na praia, no sol,em um dia cinzento no escritório,no cinzeiro,em abraços e ofensas, com ódio e até mesmo com amor, nem tanto, tá um um tanto só, de amor;acaba mesmo é sozinho, culpado, acaba em conjunto, triste, ás vezes motivo de comemoração;esquece-se o amor, como uma música de infância, uma tarde em que morremos de rir,uma cidade inteira que já tivemos mas não está mas dentro de nós; onde foi parar, o amor?
Sabe pra onde ele foi mesmo? Pra onde foi desejado. Pro inferno, pro limbo, pra uma desova no lixão, ou até pro céu, quem sabe, reside num sótão, tirou férias no cruzeiro? Só sei que o amor não escolhe o momento de terminar,vai-se no susto de um pôr-do-sol interrompido por uma buzina, no primeiro ônibus da manhã, vai embora com a borra do café;vira uma música de um Dj famoso "when love takes over, yeahh".Em todos os lugares o amor acaba;a qualquer hora o amor acaba;por qualquer motivo o amor acaba;para recomeçar em todos lugares e a qualquer minuto, veja só, o amor acaba"

sábado, 9 de abril de 2011

So Fuck Lost.

Isso é tudo o que eu consigo pensar.I'm so fuck lostAh .Deus, por que me destes todos esses sonhos maiores do que eu ? Chorei,chorei e chorei esses dias.Chorei pela minha vida não ser como eu gostaria que fosse,chorei porque perdi os primeiros passos da minha irmã,chorei de saudade da Japa que sabia solucionar meus dilemas,chorei quando lembrei que o rodrigo falou que tinha vontade de me dar colo pra mim chorar o tempo que quissesse,chorei por não conseguir lidar com metade dos meus problemas "insigficantes" e chorei por não me encaixar nessa juventude padrão.
Aí pensei várias vezes em um texto que a naomi escreveu sobre suicidio,faca,prédio ou corda ?Acho que o suicidio é a maneira mas clara de dizer "Foda-se todos, eu nunca gostei disso aqui..".Quando você não ve mas graça em nada,sente um nojo repentino, quando a Tv fica sem cores,quando o álcool perde o efeito no seu sangue,quando o amor parece ter morrido,você não dá a minima pra ninguém e deseja que tudo vá pra puta que pariu,então, do que vale viver ? Hoje correndo da chuva na Batista Campos,o maldito ônibus parou dois quarteirões depois da minha parada,enquanto eu corria, a chuva alfinetava meus olhos, me deu uma vontade de me jogar na frente de um ônibus,e pensei I'M SO FUCK LOST em inglês mesmo e com letras maiúsculase depois eu pensei " Caralho, o que eu to fazendo da minha vida?".Ai deu uma puta de uma vontade de arrumar minhas malas e voltar pra macapá, como diria Caio " Uma vontade semelhante a de não ter crescido".Meu estômago parece que foi esprimido como uma roupa a ser estendida, o barco não está fluindo mas...está afundando.Eu realmente não tenho solução.Pareço uma emo escrevendo isso, não tem nada haver com meu estilo tudo isso, os experientes vão achar amador esse texto, mas isso foi mas um desabafo, se quiser pode exlcuir Naomi.To fodida mesmo.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Me interna, Tô infeliz pra caralho.

3:40 da manhã.
N: Há oculto nas madrugadas insones, duas notórias almas.
 E nas almas, notáveis palavras.
 E nas palavras, um espelho.
 Nada a ver com o que há no meio de suas pernas, mas sim no ampliar de seus horizontes.
 bla bla bla, HEHEHE, Viajei.
A: É o que tem pro Menu. Gosto das tuas viagens.
N:Você fuma?
A:Narguilé.
N:Ah sim lembrei.
A: Você já fumou narquilé?
N: Já, mas não dispenso o bom e velho cigarro.
A: Isso me lembrou os dias que eu fumava Black Mentol na varanda de casa com a Japa.
N:Quando fumo isso ou qualquer coisa mentolada é como se eu estivesse respirando normalmente,rs
A:Ah, você gosta de cigarro de pedreiro né ? Saquei sacana.
N:Cigarro de pedreiro é derby.Eu fumo news, ou marlboro,camel e pra acompanhar as bichas,Vogue.
A: E pra acompanhar uma nova amiga, Black ;D
N: Por que não me pede pra fumar papel A4? RS. Parei.Brincadeira tá?Me diga, o que os solteiros fazem?
A: Eles falam a verdade, sabe?
N:Então lá vai uma verdade..
Boa sorte com o seu rolo, e espero que tudo dê certo. ficaria muito feliz em dar-lhe boas vindas a esse mundo sem volta, é isso.
A:Não fica com ciúmes ok ? Meu coração é o bandido mas perigoso do mundo.
N:Não meu amor, se o seu é bandido, o meu é hoteleiro. Não acredito que falei isso. --'

A: Falou e está registrado, no blog..
N: Tô infeliz pra caralho.
A:Eu sei como é. E se sei.