terça-feira, 7 de junho de 2011

Homenagem à mente



Calado, roçando os cabelos com as pontas dos dedos. Sobre àquela que me permite tudo.
Questionante, que chego à sem/cem perguntas. Indaga, afaga o preso, liberta, deixe-a apenas aberta.
Abra a cabeça, dá-me apenas a beleza da beleza em vê-la pulsar. Deixe a mente falar!
Fala o que lhe vem à mente, arrisca a ser demente, impulsivo, sem pensar.
Pensa enquanto ela sangra, tem toda paciência, ciência, decadência, atire sem pecar.
Peque através da consciência, a conseqüência vem depois de mentir.
Mente que já não percebe que é real, idealiza, tira da imaginação.
Imagina um grão de areia a uma tonelada ouro.
Largue a caneta e busque inspiração. Expire e deixe a mente aberta.

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